Turismo deve alavancar e-commerce

Turismo deve alavancar e-commerce

O comércio virtual é uma das maiores apostas de mercado atual. Em pesquisa realizada pela A.T Kearney em 2014, 64% dos mil entrevistados brasileiros relataram que preferem realizar suas compras através de e-commerces, em detrimento das lojas físicas.

São muitas as vantagens da compra online. A praticidade de receber em casa, número maior de produtos disponíveis, possibilidade de comparação de preços mais refinada e entrega em casa são apenas alguns dos motivos que fizeram o setor crescer 22% em 2015, movimentando R$ 48,2 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Há ainda o fato de que o comércio online se mostra como uma opção econômica e prática. Afinal, é possível que o consumidor consiga pesquisar com maior facilidade por preços baixos, além de conseguir referências sobre o produto antes de adquiri-lo. Com o turismo não é diferente, sendo possível comprar passagens aéreas, hospedagem e ainda conseguir pesquisar sobre quais são os melhores destinos.

Versatilidade no e-commerce

Itens de moda e acessórios são os mais vendidos na internet brasileira, seguidos por eletrodomésticos e telefonia. Juntos, representaram 38% do total de transações realizadas em lojas virtuais em 2015, segundo dados do Relatório E-bit Webshoppers.

Por ser um mercado em ascensão que possui versatilidade, novos setores de vendas virtuais surgem e ganham espaço a cada dia. Itens que nunca foram imaginados para ser vendidos na internet, agora já fazem parte do universo do e-commerce.

Segundo o Relatório Conversion do E-commerce Brasileiro 2016, a categoria “Viagens” será responsável pela maior movimentação de compras virtuais no ano de 2016, representando 15,03% do total de todas as vendas online. Neste ano, o faturamento com viagens deverá ser de R$ 10,48 bilhões, ainda segundo o Relatório do E-commerce Brasileiro.

Smartphones e tablets

O sucesso para os empreendedores do meio online deve ser ainda maior caso apostem em uma maior acessibilidade de seus sites em plataformas como smartphones e tablets.

Segundo apontou a pesquisa, em 2016 o acesso deverá ser ainda maior via celular (55%) do que via desktop (45%). Se a navegação mobile não for adequada, muitos consumidores desistem da compra ou vão para outro modo de navegação, podendo interferir na taxa de conversão.